quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Pouca luz


Não, os vaga lumes não morrem jamais...

Eles viram estrelas...

Foi assim com um vaga lume que eu conheci dia desses...

Tornou-se uma estrela.

 

Mas estrelas tem tamanhos diferentes e este pequeno ser tem brilhado pouco.

Então brindo esse pouco de brilho com um belo vinho.

 

Tenho um sorriso no olhar.

Suspiro e sinto o forte cheiro do novo.

 

Tenho luz aqui e sempre terei

Fernando Pessoa, Marisa Monte brindam comigo e se a loucura existe eu sou prova disso.

 

Uma receita?

Seja feliz.

 

Beijos iluminados do Ton