Não, os vaga lumes não morrem jamais...
Eles viram estrelas...
Foi assim com um vaga lume que eu conheci dia desses...
Tornou-se uma estrela.
Mas estrelas tem tamanhos diferentes e este pequeno ser tem
brilhado pouco.
Então brindo esse pouco de brilho com um belo vinho.
Tenho um sorriso no olhar.
Suspiro e sinto o forte cheiro do novo.
Tenho luz aqui e sempre terei
Fernando Pessoa, Marisa Monte brindam comigo e se a loucura
existe eu sou prova disso.
Uma receita?
Seja feliz.
Beijos iluminados do Ton
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